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Manifesto dos Movimentos latino-americanos contra difamação das eleições venezuelanas

 

Fernando Morais, Paola Estrada e João Pedro Stédile durante coletiva realizada nesta quinta

 

Com o objetivo de se contrapor ao que consideram ser uma campanha de difamação do processo eleitoral venezuelano, movimentos latino-americanos lançaram uma campanha mundial em respaldo às eleições legislativas que serão realizadas no próximo domingo no país caribenho. Até o momento, quase 400 entidades, movimentos sociais, intelectuais e jornalistas de todo o mundo assinaram o manifesto.

Por Vanessa Martina Silva, no Opera Mundi

 

 

Fernando Morais, Paola Estrada e João Pedro Stédile durante coletiva realizada nesta quinta

“Como qualquer outra, a sociedade venezuelana tem problemas e dificuldades e para enfrentá-los tem buscado as soluções adequadas aos interesses de seu povo”, diz o texto.

Para divulgar o manifesto, nesta quinta-feira (3) o jornalista e escritor Fernando Morais, o líder do MST e da Via Campesina João Pedro Stédile e a integrante da Alba Movimentos Paola Estrada realizaram uma entrevista coletiva com representantes da imprensa alternativa.

Com relação à abrangência do manifesto, Stédile ressaltou que “todos os partidos de esquerda e progressistas do Brasil assinaram o documento, manifestando apoio ao processo eleitoral e bolivariano da Venezuela”.

Em sua exposição, Fernando Morais ressaltou o fato de já ter acompanhado algumas missões estrangeiras à Venezuela para acompanhar o processo eleitoral no país e afirmou que o sistema é mais seguro que o do Brasil, por exemplo.

Eleição como ‘plebiscito’ para avaliar Maduro

A imprensa brasileira e internacional tem ressaltado nos últimos dias o que consideram ser um caráter plebiscitário das eleições na Venezuela. A ideia é que com o processo realizado domingo estará em jogo o futuro do presidente do país, Nicolás Maduro.

A respeito dessa visão, Fernando Morais discordou: “não vejo como um plebiscito porque é uma eleição parlamentar” e observou que seja o governo ou a oposição que ganhe a votação, não será uma “vitória acachapante” porque ao longo do tempo foram consolidadas certas políticas que dependiam do Congresso Nacional”.

Ainda sobre a questão, Stédile acrescenta que a maneira como se dá o processo de votação no país, fatores regionais terão um grande peso na definição e “não necessariamente isso será definido pela política nacional”.

Declarações de Macri

Ainda durante o processo eleitoral na Argentina, o presidente eleito do país, Mauricio Macri (Cambiemos), afirmou que, quando eleito, pediria a suspensão da Venezuela do Mercosul valendo-se da cláusula democrática do bloco — a mesma utilizada para suspender o Paraguai após o golpe Parlamentar contra o presidente Fernando Lugo em 2012.

Com relação ao tema, Stédile foi taxativo: “é fanfarronice portenha”. Segundo ele, Macri quis pagar pelo suposto apoio recebido da direita colombiana, especificamente do ex-presidente do país Álvaro Uribe, um dos principais críticos do governo venezuelano e concluiu: “a Argentina não tem esse direito”, ao que Morais acrescentou: “e não há a possibilidade de excluir, apenas de suspender membros do bloco”.

Nota do Ministerio das Relacões Exteriores do Brasil: Eleições legislativas de 6 de dezembro próximo na Venezuela

venezuela

 

Eleições legislativas de 6 de dezembro próximo na Venezuela

Ao aproximarem-se as eleições legislativas de 6 de dezembro próximo na Venezuela, o Governo brasileiro deseja fazer chegar ao povo e ao Governo daquele País os mais sinceros votos de que o pleito se desenvolva dentro do marco da democracia, da transparência e da participação plena de toda a cidadania, em benefício do povo venezuelano e de toda a região.

O Governo brasileiro continuará a acompanhar com atenção a etapa final da campanha, a realização e a apuração das eleições, com o espírito construtivo que demonstrou ao longo de todo o período em que participou como integrante da comissão de Chanceleres da UNASUL, encarregada de promover o diálogo entre o Governo e a oposição venezuelana.

Com esse mesmo espírito, o Governo brasileiro participou das negociações que culminaram com a assinatura do “Convênio entre o Conselho Nacional Eleitoral da República Bolivariana da Venezuela e a União de Nações Sul-Americanas para a missão eleitoral da UNASUL para a eleição à Assembleia Nacional de 6 de dezembro de 2015”, documento que contou com a aprovação do Tribunal Superior Eleitoral-TSE e permitiu a conformação da referida Missão Eleitoral.

O Governo brasileiro, que havia realçado oportunamente a importância da definição do calendário eleitoral e celebrado o anúncio da fixação da data do pleito pelo Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, manifesta seu apoio aos trabalhos da Missão Eleitoral da UNASUL, sob a condução do ex-presidente Leonel Fernández, e também de outros participantes do processo de acompanhamento eleitoral, como o Alto Representante do MERCOSUL, Doutor Florisvaldo Fier, e o Conselho de Peritos Eleitorais da América Latina-CEELA.

Em atenção a convite do ex-presidente Leonel Fernández, o Governo brasileiro designou o Embaixador Antonino Lisboa Mena Gonçalves para acompanhar a missão da UNASUL. Tal participação se dará na qualidade de assistente do Chefe da missão, nos termos estabelecidos pelo convênio.

O Governo brasileiro espera que essas missões, dentro do marco legal em que se realizam e com pleno respeito à soberania venezuelana, tenham a mais ampla possibilidade de atuação e possam, assim, contribuir para atestar a credibilidade do processo eleitoral e a legitimidade de seus resultados.

 

Elecciones parlamentarias del 6 de diciembre próximo en Venezuela

Acercándose las elecciones parlamentarias del 6 de diciembre próximo en Venezuela, el Gobierno brasileño desea hacer llegar al pueblo y al Gobierno de ese País los más sinceros votos de que la elección se desarrolle en el marco de la democracia, la transparencia y la participación plena de todos los ciudadanos, en beneficio del pueblo venezolano y de toda la región.

El Gobierno brasileño continuará siguiendo atentamente la etapa final de la campaña, la realización y la verificación de los resultados, con el espíritu constructivo que ha demostrado a lo largo de todo el período de su participación como integrante del Comité de Cancilleres de UNASUR, responsable de promover el diálogo entre el Gobierno y la oposición venezolana.

En ese mismo espíritu, el Gobierno brasileño participó en las negociaciones que condujeron a la firma del “Convenio entre el Consejo Nacional Electoral de la República Bolivariana de Venezuela y la Unión de Naciones Suramericanas para la misión electoral de la Unasur para las elecciones a la Asamblea Nacional del 6 de diciembre del 2015 “, documento que contó con la aprobación del Tribunal Superior Electoral-TSE y permitió la conformación de dicha Misión Electoral.

El Gobierno brasileño, que había destacado en su momento la importancia de la definición del calendario electoral y celebrado el anuncio de la fecha de las votaciones por el Consejo Nacional Electoral de Venezuela, manifiesta su apoyo a la labor de la Misión Electoral de UNASUR, bajo la conducón del expresidente Leonel Fernández, así como de demás participantes en el proceso de acompañamiento de las elecciones, el Alto Representante del MERCOSUR, Doctor Florisvaldo Fier, y el Consejo de Expertos Electorales de Latinoamérica-CEELA.

En atención a la invitación del expresidente Leonel Fernández, el Gobierno brasileño ha nombrado el Embajador Antonino Mena Gonçalves Lisboa para acompañar la misión de UNASUR. Dicha participación se producirá en la calidad de asistente del Jefe de la misión, según lo dispuesto por el convenio.

El Gobierno brasileño espera que estas misiones, dentro del marco legal que tienen lugar y con pleno respeto a la soberanía venezolana, tengan la posibilidad más amplia de actuación de manera que puedan contribuir para certificar la credibilidad del proceso electoral y la legitimidad de sus resultados.

http://www.itamaraty.gov.br/index.php?lang=pt-BR#2

Max Altman: Na Venezuela, integrante de bando criminoso é o novo herói da direita

Por: Max AltmanCaptura de Tela 2015-11-30 às 13.09.18

Como um delinquente e integrante de um bando criminoso, julgado e condenado pela justiça, pôde ser dirigente da Ação Democrática?

Quanto cinismo! O colunista daFolha de S. Paulo, Clóvis Rossi, (ed. 30 nov. mundo A13) por não querer assinar de próprio punho, passa a palavra a Luis Almagro, secretário-geral da OEA: “O assassinato de um dirigente político é uma ferida de morte para a democracia”, disse Almagro sobre o tiro que matou o venezuelano Luis Manuel Díaz, dirigente da oposicionista Ação Democrática”.

Ocorre que Rossi recebeu do blogueiro que assina esta matéria um dossiê, do até agora apurado, sobre o assassinato. O que se tem ao certo é que o crime foi um acerto de contas entre mafiosos e assim honestamente deve ser tratado por quem tem a incumbência profissional de informar.

O restante de sua coluna esforça-se por demonstrar que o pleito de 6 de dezembro não será “livre e justo”, as duas palavrinhas que a comunidade internacional usa para qualificar a lisura de uma votação. Centra sua argumentação, baseada em pareceres de especialistas, de que a cobertura eleitoral dos meios de comunicação de massa é francamente favorável ao governista PSUV, em detrimento do espaço oferecido à opositora MUD.

Por acaso, só para citar um exemplo, a cobertura dos meios de comunicação de massa brasileiros – televisão, rádio e imprensa escrita – não foi esmagadora e raivosamente favorável a um dos candidatos nas últimas eleições presidenciais? É que a direita e os neocons não se conformam que na Venezuela a revolução bolivariana montou uma rede de comunicação para travar a batalha de ideias contra seus opositores, o que infelizmente não aconteceu e não acontece no Brasil: o PT ter montado também sua rede de meios de comunicação de massa.

Interessante que logo abaixo da matéria de Rossi, uma reportagem assinada por Samy Adguirni, correspondente do jornal na Venezuela, sob o título “Reduto chavista vibra em comício opositor”, dá conta que a oposição realizou um ato eleitoral em Guarenas, estado de Miranda, ‘bastião histórico do chavismo’.

Menciona ainda outras ‘penetrações’ de oposicionistas em redutos chavistas. De seu relato, não se pode perceber o menor ato de violência ou sequer resistência a atos políticos da oposição em redutos governistas. Pode-se então deduzir que a campanha corre com plena liberdade de manifestação e é isto que deveria ser destacado se houvesse ‘equilíbrio’ na informação.

Por quê um delinquente, portador de alentado prontuário policial, ex-presidiário, julgado e condenado por homicídio, estava em liberdade e era dirigente de seu partido?

Esta é a pergunta que não foi respondida pelo secretário-geral do partido Ação Democrática, Henry Ramos Allup, sobre Luis Manuel Díaz, alcunha El Crema, um meliante extorsionista assassinado em virtude de acerto de contas entre quadrilhas durante um ato político da oposição.

“Secretário-geral da AD em Altagracia de Orituco”, assim o definiu Allup na rede social. “Cumpria apenas dois meses como dirigente local desse partido. Como chegou a este cargo, é a certeira pergunta que o mundo deve se fazer.

Díaz era membro de um bando de extorsionistas, Los Plateados, que em conflito para ter acesso exclusivo à cobrança de “vacunas” (vacinas- ‘taxa’ de proteção) de empresários de Guárico contra outra quadrilha, Los Malony, perpetrou um assassinato por encomenda. Com a mesma arma que mataram Díaz haviam matado outra desse mesmo bando, Los Plateados, em outubro.

Agora, sobre casos esses sim que podem ser catalogados como crimes políticos, houve alguma reação da OEA, do Parlamento Europeu? Robert Serra, deputado da Assembleia Nacional, morte planificada pela direita colombiana; Eleazar José Hernández Rincón, estudante de direito, assassinado em eleições estudantis por Yorman Barillas, dirigente do partido opositor Primero Justicia; Génesis Arguinzones, dirigente na localidade de Petare (Miranda), morta por encapuzados vinculados com Primero Justicia; Liana Aixa Hergueta González, esquartejada por José Rafael Pérez Venta, dirigente de Primero Justicia.

Houve alguma reação do mundo a respeito? Da chancelaria do Brasil, Uruguai ou Paraguai? Da OEA de Luis Almagro? De algum governo europeu? De Mario Vargas Llosa? De Fernando Henrique Cardoso? De Sebastian Piñera, de Felipe González, de Vicente Fox, de Ricardo Lagos, de Alejandro Toledo? De algum meio de comunicação da grande mídia internacional? Da CNN? Do Departamento de Estado? Da Casa Branca?

PS do Viomundo: E a série de reportagens da Band sobre a Venezuela, hein? O que foi aquilo?

Venezuela, a Cuba de Macri

Macri pode estar querendo transformar a Venezuela no que foi Cuba para Menem e para Fernando de la Rúa: uma forma de se distinguir do resto dos países.


  Por: Martín Granovsky
Site Oficial Mauriciomacri.com.ar

O presidente eleito parece ter decidido mostrar qual será o seu papel na América do Sul: ser a única voz discordante sobre a Venezuela. Nem mesmo o centro direitista Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, questiona o regime de Nicolás Maduro em temas de política interna. As diferenças entre ambos há dois meses tinham relação com um conflitos na fronteira, com o contrabando e a ação de paramilitares, e terminaram sendo resolvidas através de um diálogo, que contou com a ajuda do Brasil e da Argentina.

Mauricio Macri afirmou que trabalhará para tirar a Venezuela do Mercosul. Para isso necessita do consenso dos demais sócios – Brasil, Uruguai e Paraguai, os demais membros plenos do bloco, precisam dizer que sim a Macri.

Ao menos está claro que o Brasil não fará isso. E a prova é que já não o fez. Não o fez com Lula, nos tempos em ele e Hugo Chávez eram presidentes. Tampouco o fez Dilma Rousseff, nos últimos anos de Chávez e nos primeiros de Maduro. Em situações de crise, Lula falava muito com o presidente venezuelano, e pedia moderação – logo fez o mesmo com Maduro, já quando ele era ex-presidente. Mas sempre em privado. Agora tanto Lula quanto Dilma esperam com calma o resultado das eleições parlamentares do próximo dia 6 de dezembro.

Macri também anunciou que enviará ao Congresso um projeto para derrubar o tratado com o Irã. Se trata de um assunto diferente, porque não muda as relações com a América do Sul. Em todo caso, pode molestar o kirchnerismo, que apostou num pacto que Teerã nunca cumpriu, e que, de verdade, era impossível que cumprisse. Mas isso não altera os vínculos com o Brasil, a Venezuela e o resto do Mercosul.

O presidente eleito anunciou as duas medidas juntas, e talvez tenha querido enviar uma mensagem ao establishment dos Estados Unidos. Ou quem sabe tentou dizer que ele não será o presidente do pacto com o Irã, e menos ainda o das relações especiais com a Venezuela. Se o segundo caso for certo, Macri pode estar querendo transformar a Venezuela no que foi Cuba para Carlos Menem e para Fernando de la Rúa: uma forma de se distinguir do resto dos países. Menem inclusive chegou a construir uma relação especial com o anticastrista Jorge Mas Canosa, da Fundação Cubano Americana, para fortalecer essa imagem.

Mauricio Macri já havia resolvido mostrar com o tema da Venezuela uma postura diferente da tendência da região. A Fundação Pensar (reduto do pensamento macrista), fortaleceu laços com a oposição do país. No último debate do segundo turno eleitoral, Macri usou o tema e afirmou que defenderia uma suspensão ao país, para pressionar Scioli.

A carta que rege o Mercosul contempla a cláusula de Ushuaia, a que afirma que um país pode ser separado quando exista uma “ruptura da ordem constitucional”, ou quando não se verifique “a plena vigência da ordem democrática”. Com esse argumento, o bloco apartou o Paraguai após o golpe de Estado contra Fernando Lugo, em 2012 – quando o Senado do país submeteu o então presidente ao juízo político mais rápido da história, e o substituiu pelo vice Federico Franco, amigo de Macri e cliente do seu assessor Jaime Durán Barba.

Lilian Tintori, esposa do opositor venezulano Leopoldo López, esteve em Buenos Aires durante o triunfo de Macri. Apareceu festejando e tirando fotos com os vencedores.

Segundo informação do canal TeleSur, López foi condenado a 13 anos de prisão “por delitos que vão desde incitação à desordem, intimidação pública e danos à propriedade pública, até o homicídio intencional qualificado executado por motivos fúteis”. A Justiça determinou que ele é culpado no caso de incitação dos atos que terminaram em violência e mortes, em várias manifestações realizadas no país, em fevereiro de 2014. Segundo o ex-promotor Franklin Nieves, entrevistado pela CNN en Español, “as provas contra López são falsas”.

A pergunta é se, independente das controvérsias internas na Venezuela, é conveniente à América do Sul fazer outra coisa que não seja ajudar.

Tradução: Victor Farinelli

DILMA É CONTRA POSIÇÃO DE MACRI SOBRE VENEZUELA

 
Governo brasileiro sinaliza que não vai apoiar proposta do novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, de pedir a suspensão do país de Nicolas Maduro do Mercosul; para Dilma Rousseff, ‘os sócios do bloco precisam trabalhar juntos para torná-lo mais robusto e espera que Macri deixe seus próprios interesses de lado para privilegiar o que é melhor para a união aduaneira’; logo após sua vitória nas urnas, o sucessor de Cristina Kirchner disse que solicitará na próxima cúpula que seja aplicada a cláusula democrática contra a Venezuela pela “perseguição aos opositores e à liberdade de expressão”

 

O governo de Dilma Rousseff sinalizou que não vai apoiar a proposta do novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, de pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul.

Logo após sua vitória nas urnas, o sucessor de Cristina Kirchner disse que solicitará na próxima cúpula que seja aplicada a cláusula democrática contra a Venezuela pela “perseguição aos opositores e à liberdade de expressão”.

Para Dilma Rousseff, os sócios do bloco precisam trabalhar juntos para torná-lo mais robusto e espera que Macri deixe seus próprios interesses de lado para privilegiar o que é melhor para a união aduaneira.

O Paraguai chegou a ser afastado do bloco temporariamente, há cerca de três anos, devido à destituição do então presidente Fernando Lugo pelo Congresso daquele país. A saída de Lugo foi considerada um golpe branco da oposição, que acabou elegendo o atual presidente Horácio Cartes.

 

#6/D, defender o poder do povo na Venezuela #Somoselvoto

Desde  sua criação, a Revolução Bolivariana estava destinada a progredir na consolidação das pessoas no poder, fortalecendo uma consciência popular e na construção de uma estrutura de governança que incentiva a participação de todos os setores. Esta dinâmica deve agora ser aprofundada para garantir a liderança coletiva da nação.

“Não deixe  ninguém que a chama sagrada do sonho da revolução e da pátria  diminue intensidade ou se desligar” Nicolas Maduro.

A Revolução Bolivariana  trabalho duro baseada na esperança  por e para o povo.

“A chama da revolução está viva, uma chama de espessura,  a chama da esperança e do país profundo”

Com informaçoes das Agencias.

Maduro e Ramonet preparam o livro “O que é o Chavismo?”

O presidente venezuelano anunciou a preparação durante a 6ª feira do livro de Caracas.


EFE

O jornalista e escritor Ignacio Ramonet informou junto ao presidente venezuelano que sairá em breve o livro O que é o Chavismo?, de Hugo Chávez, onde haverá uma seleção dos discursos do líder da revolução bolivariana e se aborda os temas que vão definindo o chavismo em todas as suas dimensões.

Durante sua visita à sexta Feira do Livro de Caracas, o escritor espanhol explicou que o livro mostra um quadro impressionista do chavismo.

O prólogo é elaborado pelo presidente Maduro, que trabalhou junto do líder socialista por mais de 20 anos, desde 1993 até 2003, época em que “viu a gestação e a construção deste pensamento político, e é tanto testemunha quanto coautor de parte desta teoria política”, declarou Ramonet, que trabalha na seleção dos discursos de Chávez.

O presidente venezuelano disse que Hugo Chávez deixou cerca de 11 mil livros em sua biblioteca, e dentre eles “mais de 3 mil exemplares sublinhados e anotados”, reflexões de Chávez que são protegidas, destacou, porque uma de suas maiores responsabilidades “é proteger a história de tergiversadores e farsantes”.

“Uma das maiores responsabilidade é proteger a história contra falsos aprendizes de bruxo que querem tergiversar o chavismo (…) o chavismo é o bolivarianismo do século XXI”, sublinhou enquanto explicava que este pensamento resgatou o sonho de alguns dos próceres independentistas e outros pensadores socialistas.

Telesur

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Publicado em América Latina, Cultura, Pátria Grande, Político, Variado

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