Arquivo da categoria: Político

É impossível render Cuba à força ou enganá-la com falsas seduções

Como sempre, eles falham na análise: é bem possível que qualquer outro país do mundo tivesse cedido a tamanha ofensiva oportunista de cerco econômico, mas estamos falando de Cuba, e não entendendo a essência que a história mostra, e sustentada por anos de resistência, que é impossível render pela força esta Ilha indomada, ou enganá-la com falsas seduções, isso os levará mais uma vez ao fracasso vergonhoso

20 de maio de 1902 é uma data que o governo dos Estados Unidos lembra todos os anos, junto com seus colaboradores mais próximos e sipaios dentro e fora de Cuba.

Eles têm motivos: nesse dia lembram o fim da ocupação militar da Ilha e o avanço, embora parcial, de seus objetivos anexacionistas, ao ter estabelecido um modelo inédito de dominação sobre a Ilha maior das Antilhas que lhe serviria como experiência para sucessivos sistemas no mundo.

É costume os presidentes dos Estados Unidos dirigirem uma mensagem ao povo cubano nessa data. Desta vez, Biden deu a tarefa ao secretário do Estado, Antony Blinken, o qual garantiu que «Os EUA honram e apoiam os cubanos que buscam a liberdade e um futuro mais próspero «e reiterou o compromisso de seu governo de «acompanhar o povo cubano em sua busca por determinar seu próprio futuro».

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Intervenção do Presidente da República Intervenção do Presidente da República, Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez, no 31º período extraordinário de sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas

Miguel Díaz-Canel

Intervenção do Presidente da República, Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez, no 31º período extraordinário de sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas, em resposta à Covid-19

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O povo está nas ruas em defesa de sua Revolução

A chegada do presidente surpreendeu os que estavam reunidos lá e acendeu ainda mais os ânimos daqueles que respaldaram a força de suas palavras

No parque Trillo, da capital cubana, teve lugar no domingo, 29 de novembro, um ato patriótico de muita força, em defesa da dignidade da Pátria, perante outra manipulação desenhada contra a Ilha a partir dos Estados Unidos, e rejeitada com energia por milhares de jovens, junto ao presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.

Foi um ato em defesa da Revolução diante de uma nova canalhada.

Lá tremularam a firmeza, a fé na vitória e o poder da verdade de José Martí, de Fidel e de Raúl Castro, mas também a o general mambí Quintín Bandera, famoso por seus ataques com o facão, nas três guerras pela independência de Cuba. Sua galharda estátua de bronze, rebelde, parecia pressagiar mais um fracasso estrondoso do imperialismo norte-americano, com sua farsa de mercenários pagos de San Isidro, acontecida em dias recentes, e a sequencia de manipulações e fatos associados, com o fim declarado de desestabilizar Cuba socialista.

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Um ano após sua partida, Evo Morales voltou para a Bolívia

«Hoje é um dia importante na minha vida, retornar à minha terra natal que tanto amo me enche de alegria», escreveu Morales em sua conta oficial no Twitter

Após 364 dias de exílio, na segunda, 9 de novembro, o ex-presidente boliviano Evo Morales voltou a pisar em suas terras com uma recepção popular em massa. «Hoje é um dia importante na minha vida, retornar à minha terra natal, que tanto amo, me enche de alegria», escreveu Morales em sua conta oficial no Twitter.

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O socialismo como esperança perante a investida imperial

Mobilizado a partir de plataformas virtuais, o Foro de São Paulo lembrou o 50º aniversário do triunfo da Unidade Popular no Chile, que levou Salvador Allende à presidência desse país

Mobilizado a partir de plataformas virtuais, o Foro de São Paulo lembrou o 50º aniversário do triunfo da Unidade Popular no Chile, que levou Salvador Allende à presidência desse país, a fim de lembrar quanto pode fazer a unidade das forças progressistas, às aspirações socialistas mas também os perigos que significa, tal como na atualidade, a ofensiva implacável do capitalismo sobre toda aquela alternativa que queira defender os direitos dos povos.

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EUA continua pondo um alto preço a uma oposição politica em Cuba

A evidência mais recente e escandalosa permite ver como a agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) pagou um montante acima de US$ 400 mil à Digital News Association (DNA), uma das organizações anticubanas na Flórida

Se a emissão de apenas um dólar por parte do Governo dos Estados Unidos, destinado a financiar filhotes concebidos para a subversão em Cuba, é já um motivo suficiente de denúncia, por quanto se multiplicam as razões que condenam os pagamentos que atingem, com tal propósito, cheques de centenas de milhares de um dia para o outro, e de milhões de dólares, caso ser contabilizado o talão.

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Mensagem para os promotores do bloqueio: «Aqui ninguém vai se render»

«Trump prolonga mais um ano a Lei do Comércio com o Inimigo que sustenta o bloqueio a Cuba. Recrudesce-se o cerco e a fustigação, crescem o assanhamento e a perversidade. Um bloqueio desumano e cruel. Mas aqui ninguém vai se render», respondeu através de sua conta no Twitter o presidente da República, Miguel Díaz-Canel.

«Trump prolonga mais um ano a Lei do Comércio com o Inimigo que sustenta o bloqueio a Cuba. Recrudesce-se o cerco e a fustigação, crescem o assanhamento e a perversidade. Um bloqueio desumano e cruel. Mas aqui ninguém vai se render», respondeu através de sua conta no Twitter o presidente da República, Miguel Díaz-Canel.

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Cuba: o país que mais ataques terroristas recebeu durante mais tempo

Mas setembro tem a sua história e os cubanos, vítimas dessa política do governo ianque, lembramos outros setembros e outros crimes

Em 11 de setembro de 2001, uma notícia ocupou as manchetes de todos os meios de comunicação do mundo «Estados Unidos sob ataque», as imagens das torres do World Trade Center envolvidas em nuvens de fumaça e de poeira se converteram no sinal de uma nova época.

Mais de 3 mil pessoas foram sacrificadas nessa sorte de Moloch em que se converteu o World Trade Center, ícone das finanças e dos negócios. Este fato lamentável também serviu para que os falcoes da guerra pegassem as espadas e espalhassem o medo e a morte em «escuros recantos do mundo».

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O que Cuba ratifica

Fidel

Quando a contrariedade acirra; quando não estamos no melhor momento; quando o esforço imenso não é suficiente, e é preciso procurar outras maneiras; quando o esperado se frustra, devido a tantas dificuldades provocadas por um bloqueio econômico que apenas alguém carente do senso comum se recusaria a ver, perguntamo-nos: o que faria Fidel?, como se nele estivessem, como sabemos que estão, todas as respostas

● O mundo vive tempos difíceis; Cuba, que faz parte dele, também. Após um ano de árduas batalhas, em que os vizinhos do Norte apertaram o pescoço desta pequena Ilha, que não se ajoelha perante o jugo imperial dos Estados Unidos, chegou a pandemia ao país, em meados de marco.

Chegam imagens de horror de todos os lados do mundo, na luta contra a morte; um cruzeiro britânico em perigo, com pessoas a bordo infetadas com o coronavírus, ao qual Cuba permitiu atracar em um dos seus portos, para que elas pudessem chegar ao seu destino; países ricos com sistemas de Saúde colapsados por causa do altíssimo contágio; brigadas de médicos cubanos, prontificando-se e salvando vidas por todos os lados, enquanto a má fé do império procura desonrar o que é glória por seu próprio peso; uma Ilha-navio, desafiando o tremendo, protegendo seus filhos, procurando para todos tudo aquilo que tem, sem que um só dos seus filhos seja abandonado à sua sorte.

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Acatar as medidas sanitárias tem que ser a regra

Ao ponto de completar cinco meses de convivência com a pandemia, não deveria ser já tempo de exortar ao cumprimento das medidas – estabelecidas desde o começo pelo Estado cubano para combatê-la – quando acatá-las com resolução deve ser a regra

Ao ponto de completar cinco meses de convivência com a pandemia, não deveria ser já tempo de exortar ao cumprimento das medidas – estabelecidas desde o começo pelo Estado cubano para combatê-la – quando acatá-las com resolução deve ser a regra.

Embora bem aprendidas e defendidas até o cansaço pela maioria da população, ainda existe um grupo que desafia o perigo, e violando as ditas medidas sustenta a desídia, como se não fosse um crime maior pôr em risco a vida dos demais, e deitar por terra o trabalho ininterrompido de um pessoal da saúde que, repondo em um breve espaço de tempo suas forças, reempreende diariamente a marcha em um combate nada simples, contra um inimigo letal e contagioso.

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