Arquivo da categoria: FIDEL

Uma sabotagem silenciosa que Cuba não esquece

Em 1º de junho de 1964 o Comandante-em-Chefe Fidel Castro denunciou, pela primeira vez, o uso de armas biológicas contra Cuba por parte dos Estados Unidos. Duas pessoas que estiveram na primeira linha na luta contra a epidemia de dengue hemorrágica falam ao Granma Internacional

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Lançamento de livro sobre pensamento político-econômico de Fidel Castro

HAVANA.– A editora cubana Ciencias Sociales lançou o livro Yo soy Fidel: Pensamiento económico y político, o qual trata sobre a vigência e atualidade do ideário do líder histórico da Revolução da Ilha, Fidel Castro.

O volume, que consta de 240 páginas, é uma recopilação de textos a cargo do Herói da República de Cuba Ramón Labañino e o vice-reitor da universidade italiana La Sapienza Luciano Vasapollo e foi lançado para comemorar o 50º aniversário da citada casa editora.

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Presidente Rafael Correa prestará homenagem a Fidel Castro

Resultado de imagen para correa rinde homenaje a fidelSANTIAGO DE CUBA.– O presidente da República do Equador, Rafael Correa Delgado, chegou perto das 23 horas da quarta-feira, 3 de maio, à cidade de Santiago de Cuba, na zona sul e oriental de Cuba, e em suas primeiras palavras à imprensa anunciou que visitará os túmulos do grande José Martí e do grande Fidel, no cemitério patrimonial Santa Ifigenia.

«Cuba querida – disse o presidente sul-americano – como sempre é uma honra estar nesta terra irmã, terra heróica, terra de inspiração, para toda a pátria grande, estar na cidade de Santiago e poder também visitar amanhã (quinta-feira) os túmulos do grande José Martí e do grande Fidel.

«Muito obrigado por receber-nos novamente – acrescentou – muito obrigado por esse exemplo de dignidade, de luta permanente que nos inspira a todos os latino-americanos para continuar construindo essa pátria grande com o exemplo de gigantes como José Martí, como Alfaro, como Bolívar. Até a vitória sempre, queridos cubanos».

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Washington resolveu converter sua política migratória para a Ilha em mais um instrumento de sua guerra contra o processo revolucionário cubano.

Inmigración Ilegal de cubanosAS relações migratórias entre os Estados Unidos e Cuba mudaram abruptamente a partir de 1959, entretanto se desnaturalizam quando Washington resolveu converter sua política migratória para a Ilha em mais um instrumento de sua guerra contra o processo revolucionário cubano. A todos os cubanos que emigravam para os Estados Unidos, não importava a via e seus antecedentes, davam-lhe a categoria de «refugiados políticos», ao amparo da lei Walter-McCarran, de 1952, encaminhada a estimular a emigração dos países socialistas da Europa do Leste, conforme a intenção de enquadrar o confronto com Cuba no contexto da Guer-ra Fria e dar um tratamento similar ao que recebiam os imigrantes do bloco socialista. A partir daquele momento — para o governo dos Estados Unidos — os cubanos não emigravam igual que os dominicanos, mexicanos e porto-riquenhos, mas «fugiam do regime», expressão da alta politização que esse tema adquiriu.

O primeiro que fez a administração Eisenhower foi receber de braços abertos os criminosos e ladrões da ditadura de Fulgencio Batista, que fugiam da justiça revolucionária, ao tempo que começou a elaboração de projetos e programas especiais de ajuda exclusivos para os imigrantes cubanos, também com a intenção certeira de atrair a força mais qualificada da Ilha e privar a Revolução cubana desse valioso recurso humano. Em dezembro de 1960, foi criado o Centro de Emergência para Refugiados Cubanos, em Miami. Naqueles primeiros anos da década de 1960, o tema migratório se converteu em um dos pontos mais críticos nas relações entre ambos os países.

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Oito de janeiro: um banho de povo

Resultado de imagen para 8 de enero en cubaUMA semana depois do triunfo de 1º de Janeiro, entrou Fidel vitorioso a Havana e à história. Na cidade, uma multidão recebeu-o com bandeiras cubanas e do movimento 26 de Julho, enquanto lançava flores aos carros que levavam os combatentes. Ontem, 58 anos depois, a capital voltou a receber a Caravana da Liberdade.

Com gritos de «Eu sou Fidel», crianças e jovens, além de trabalhadores destacados e combatentes da Revolução lembraram a tradicional passagem dos barbudos da Serra Maestra pela capital cubana.

Os 58 membros da Caravana saíram do município Cotorro, da fábrica de cerveja Guido López, onde o Comandante-em-chefe parou pela primeira vez para falar ao povo havanês. Posteriormente percorreram as principais ruas da cidade e lugares simbólicos como o Museu da Revolução, a sede do Instituto Cubano de Rádio e Televisão, até concluir em Ciudad Escolar Libertad, sede do ato central.

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G-77 mais China qualifica a Fidel Castro de extraordinário estadista

Resultado de imagen para fidel onuNações Unidas, O Grupo dos 77 mais China qualificou hoje a Fidel Castro de extraordinário estadista, durante uma homenagem da Assembleia Geral da ONU ao recém falecido líder histórico da Revolução cubana.

 

No evento especial, o embaixador tailandês Virachai Plasai destacou a nome da organização, que reúne a 134 dos 193 Estados membros das Nações Unidas, o alcance mundial e o legado de Fidel Castro, quem morreu em 25 de novembro último à idade de 90 anos.

‘Foi extraordinário por quem foi e pelo que defendeu. Foi extraordinário pelo que lutou durante sua vida toda. Foi extraordinário pelo que representa, não só para o seu povo, mais também para a comunidade internacional toda, em especial para os países do Sul Global. Foi extraordinário pelo que deixou no coração e a mente dos povos’, assinalou.
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Assembleia Geral da ONU honra a Fidel Castro

Imagen relacionadaNações Unidas, 20 dez (Prensa Latina) A Assembleia Geral das Nações Unidas rende tributo hoje ao líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro, quem faleceu em 25 de novembro passado.

 

Organizado pela Missão Permanente de Cuba ante a ONU, o evento especial de homenagem foi solicitado por um grupo de países de vários continentes.

Prevê-se aqui a intervenção de uns 30 oradores na sessão, tanto na sua capacidade nacional como a nome de organizações globais e regionais, entre elas o Grupo dos 77 mais a China, que reúne a 134 dos 193 Estados membros da ONU, e o Movimento de Países Não Alinhados, que aglutina a 120.
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O encontro, duas décadas depois

Neste dia 14 de dezembro completam-se 22 anos da primeira visita a Cuba de Hugo Chávez e seu encontro com o líder da Revolução Fidel Castro, o qual transcendeu a mera amizade entre dois homens para transformar de golpe a fisionomia de um continente todo.

«Quando saio à porta do avião vejo ele, Fidel, o Cavalo, lá parado, me esperando ao pé da escada. Fidel entendeu logo o que tinha ocorrido e entendeu logo o que estava começando a ocorrer aqui», contou o líder bolivariano, quem chamou o instante em que conheceu Fidel de «O encontro».

«Eu não mereço esta honra, aspiro a merecê-la algum dia, nos meses e nos anos que virão», disse Chávez nesse dia de 1994 surpreso ainda porque, depois de tudo, ele era o militar «golpista», o «rechaçado» na América Latina e o Caribe.

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Cuba e a União Europeia assinam Acordo de Diálogo Político e Cooperação

BRUXELAS.— Representantes de Cuba e a União Europeia (UE) assinaram em 12 de dezembro um Acordo de Diálogo Político e Cooperação, considerado o marco para o desenvolvimento dos vínculos sobre a base da igualdade, a reciprocidade e o respeito mútuo, informou a PL.

O documento foi assinado pelo ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, e a alta representante de Política Exterior da UE, Federica Mogherini, bem como por representantes dos países que integram o bloco comunitário.

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Milhares de pessoas prestam tributo a Fidel na Namíbia

Milhares de pessoas assistiram nesta capital a uma velada solene de recordação do líder cubano Fidel Castro, liderada pelo presidente da Namíbia, Hage Geingob.

O tributo póstumo, efetuado nos jardins do Parlamento namíbio, foi transmitido diretamente pelo canal NBC e contou com a presença de toda a direção do governo, o partido Swapo, e diplomatas, segundo informou a embaixada de Cuba nesse país.

Também participaram profissionais namíbios graduados na Ilha, colaboradores e residentes do país caribenho na nação africana.

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