Arquivo da categoria: EUA

Estados Unidos: As muradas e as guerras de Donald Trump

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Havana, O presidente estadunidense, Donald Trump, parece estar pronto para lutar com violencia ou mediante pressões diplomáticas e políticas contra um amplo leque de organizações ou países que põem em risco as ambições hegemônicas de Washington.
Suas ameaças contra Irã, a República Popular Democrática da Coréia, Venezuela, Síria, Rússia, China e também o Estado Islâmico (EI), Boko Haram, o movimento Talibã no Afeganistão, estão respaldadas pelo poderio militar, as campanhas midiáticas e as pressões de todo tipo contra estes ‘adversários’.
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Uma sabotagem silenciosa que Cuba não esquece

Em 1º de junho de 1964 o Comandante-em-Chefe Fidel Castro denunciou, pela primeira vez, o uso de armas biológicas contra Cuba por parte dos Estados Unidos. Duas pessoas que estiveram na primeira linha na luta contra a epidemia de dengue hemorrágica falam ao Granma Internacional

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Em direcção a uma «Primavera Latina» ?

Resultado de imagen para imperialismo estados unidos sobre america latinaThierry Meyssan

A inquietação cresce na América Latina : os Estados Unidos e o Reino Unido preparam aí uma «Primavera», decalcada no modelo das «Primaveras Árabes». É claro, não se tratará desta vez de espalhar a guerra dividindo para isso as populações na base de uma linha religiosa —os Latinos são quase todos cristãos—, mas, antes de utilizar elementos de identidades locais distintivas. O objectivo seria no entanto o mesmo : não o de substituir uns governos por outros, mas, sim destruir os Estados para erradicar a mínima possibilidade de resistência ao imperialismo.

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Apoiam devolução a Cuba do território ocupado pela base de Guantánamo

O apoio ao povo cubano em seu reclamo ao governo dos Estados Unidos de que seja devolvido o território ocupado ilegalmente pela base naval de Guantánamo, foi reafirmado nesta província pela presidenta do Conselho Mundial pela Paz, Maria do Socorro Gomes.

Em suas palavras durante o 5º Seminário Internacional pela Paz e contra as Bases Militares Estrangeiras, do Socorro Gomes também fez um apelo a respaldar a nação caribenha em sua luta pela eliminação do bloqueio econômico, comercial e financeiro, imposto há mais de 50 anos pelos Estados Unidos a Cuba.

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Os Estados Unidos, Síria e a cegueira de Ájax

Imagen relacionadaÁJAX pensava que merecia mais que ninguém as armas de Aquiles. Mas o exército que assolava Troia determinou que Odisseu era o herdeiro por antonomásia do semideus. Cego de raiva e frustração, Ájax tomou a espada e desatou uma indescritível chacina entre os aqueus. Da mesma maneira, incitado pela cegueira, a desilusão e a pressa, a maquinaria bélica estadunidense e seus aliados deram outro respaldo ao terrorismo mundial e, aliás, plantaram mais espinhos no já tortuoso e acidentado caminho à paz na Síria.

Vários analistas destacaram o ataque com mísseis a uma base aérea síria, em 6 de abril passado, como um exemplo do desatino previsível, pois a estabilidade, a sobrevivência do governo democrático de Bashar al Assad e a guerra contra o ter-rorismo não aparecem na agenda das potências. Então, a resposta foi cantada: o lançamento de uma superbomba no Afeganistão e um novo passo agressivo da aviação israelense.

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Por que se fala de guerra cultural?

OS Estados Unidos têm uma vasta experiência na prática da guerra cultural contra todo projeto alternativo a sua hegemonia no ambiente internacional. A CIA e a guer-ra fria cultural, de Frances Stonor Saunders, constitui um livro imprescindível – a pesquisa mais completa sobre o tema – para compreender esta realidade. Este livro demonstra como, nos anos da Guerra Fria, o programa de guerra psicológica e cultural da CIA contra o bloco socialista foi sua joia mais prezada.

«Uma característica importante – assinala Stonor – das ações empreendidas pela agência para mobilizar a cultura como arma da guerra fria era a sistemática organização de uma rede de ‘grupos’ privados e ‘amigos’, dentro de um oficioso consórcio. Tratava-se de uma coalizão de tipo empresarial de fundações filantrópicas, empresas e outras instituições e indivíduos que trabalhavam lado a lado com a CIA, como fachada e como via de financiamento de seus programas secretos na Europa ocidental».

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Venezuela anuncia saída da OEA; “passo gigante”, diz Maduro

“Dia 26 de abril de 2017, dia da Dignidade da Independência, dei um passo Gigante para romper com o intervencionismo Imperial #PorDignidadNosVamosDeOEA”, escreveu em sua conta no Twitter.

Em outra mensagem, Maduro pediu a “compreensão” e “solidariedade” dos povos da América Latina e do mundo “para derrotar o plano intervencionista contra Venezuela”, e solicitou ao povo de seu país que mantenha a “união cívica militar”.
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Conexão criminosa made in USA: eliminar governos incômodos

Panamá, (Prensa Latina) A explosão do escândalo Watergate (1972) nos Estados Unidos abortou um plano de assassinato contra o então chefe de estado panamenho, general Omar Torrijos (1929-1981), lembrou um jornal local.
‘Um grupo de assassinos já estava no México a caminho do Panamá para acabar com a vida do líder militar, mas o plano foi abortado no meio do crescente escândalo político que envolvia o então presidente Richard Nixon’, publicou La Estrella, que citou uma reportagem da revista estadunidense Inquiry.

Investigações anteriores se chocaram com este e outros temas parecidos sob a hipótese de que respondiam a uma estratégia oficial e assim foi confirmado pelo jornalista Jonathan Marshall, em sua reportagem The White House Death Squad (O esquadrão da morte da Casa Branca), publicado em 1979.
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Destacam na Síria condenação de Cuba à agressão dos Estados Unidos

Resultado de imagen para siria banderaDamasco, Diversos meios de comunicação sírios destacam hoje a condenação de Cuba ao ataque estadunidense à base aérea de Shairat, na província de Homs, e o que qualificam de ”flagrante violação do direito internacional”.
Nesse sentido, salientaram as declarações a respeito do vice-ministro cubano de Relações Exteriores Rogelio Serra e nas quais se destaca que o ataque ‘é um atropelo contra um Estado soberano que agudiza as tensões na região’.

Cuba condena essa ação ‘sem realizar uma investigação imparcial, objetiva e transparente e despolitizada’ sobre a suposta utilização de armas químicas na província síria de Idleb, apresentaram as publicações.
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Washington resolveu converter sua política migratória para a Ilha em mais um instrumento de sua guerra contra o processo revolucionário cubano.

Inmigración Ilegal de cubanosAS relações migratórias entre os Estados Unidos e Cuba mudaram abruptamente a partir de 1959, entretanto se desnaturalizam quando Washington resolveu converter sua política migratória para a Ilha em mais um instrumento de sua guerra contra o processo revolucionário cubano. A todos os cubanos que emigravam para os Estados Unidos, não importava a via e seus antecedentes, davam-lhe a categoria de «refugiados políticos», ao amparo da lei Walter-McCarran, de 1952, encaminhada a estimular a emigração dos países socialistas da Europa do Leste, conforme a intenção de enquadrar o confronto com Cuba no contexto da Guer-ra Fria e dar um tratamento similar ao que recebiam os imigrantes do bloco socialista. A partir daquele momento — para o governo dos Estados Unidos — os cubanos não emigravam igual que os dominicanos, mexicanos e porto-riquenhos, mas «fugiam do regime», expressão da alta politização que esse tema adquiriu.

O primeiro que fez a administração Eisenhower foi receber de braços abertos os criminosos e ladrões da ditadura de Fulgencio Batista, que fugiam da justiça revolucionária, ao tempo que começou a elaboração de projetos e programas especiais de ajuda exclusivos para os imigrantes cubanos, também com a intenção certeira de atrair a força mais qualificada da Ilha e privar a Revolução cubana desse valioso recurso humano. Em dezembro de 1960, foi criado o Centro de Emergência para Refugiados Cubanos, em Miami. Naqueles primeiros anos da década de 1960, o tema migratório se converteu em um dos pontos mais críticos nas relações entre ambos os países.

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