Arquivo da categoria: EUA

Manipulação dos direitos humanos no discurso político estadunidense

Imagen relacionadaEM 10 de dezembro de 1948, a ONU proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas, como bem apontou Fernando Martínez Heredia, desde seu próprio título esta foi «enganosa e pretensiosa», pois «como tencionava ser “universal” se negou a reconhecer a igualdade entre as nações, para não condenar a imensa ferida mundial que era o colonialismo, essa tamanha culpa da modernidade capitalista que, para desenvolver seu sistema e multiplicar seus avanços saqueou a fundo, esmagou culturas, escravizou milhões de pessoas, destroçou formas de vida e de produção, explodiu sem taxa o trabalho, prostituiu organizações sociais e erodiu o meio ambiente em escala universal… Ao negar-se a denunciar o colonialismo e o neocolonialismo, aquela mesquinha Declaração não levou em conta a maioria do mundo e também não os artigos 1º e 55º da própria Carta das Nações Unidas». 1

Em 1966, a ONU aprovou o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais, que proclamou em seu artigo 1º o direito de todos os povos à sua livre determinação, sua livre condição política e seu desenvolvimento econômico, social e cultural. «Em nenhum caso – dizia o artigo 2º – povo algum poderia ser privado de seus próprios meios de subsistência».

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Aqui estamos e estaremos, livres, soberanos e independentes.

Expressou o general-de-exército Raúl Castro Ruz no encerramento do 10º Período Ordinário de Sessões da 8ª Legislatura da Assembleia Nacional do Poder Popular

 

…Não foi Cuba que estabeleceu novas proibições aos muito já limitados laços econômicos, comerciais e financeiros entre os dois países, nem quem restringiu novamente o direito dos cidadãos dos EUA de visitar nosso país e os cubanos os Estados Unidos, nem foi a que prejudicou a operação das embaixadas, com consequências negativas para as relações migratórias, as trocas e as viagens entre os dois países. A Revolução Cubana resistiu a ofensiva de 11 administrações dos EUA de diferentes tendências políticas e aqui estamos e estaremos, livres, soberanos e independentes…

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A guerra econômica e a aprovação do bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba. Os primeiros dez anos

O bloqueio econômico contra Cuba é uma velha arma dos governantes norte-americanos, começada a aplicar desde 1917 no mundo

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Na história contemporânea mundial, Cuba é o país mais atacado do século XX por tão longa e brutal guerra econômica. Todas estas medidas, que encerram um amplo caráter genocida, foram aplicadas gradualmente a partir dos começos de 1959.

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Rejeitam em Cuba e nos Estados Unidos novas limitações de Washington sobre viagens e comércio

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A comunidade internacional, através da mídia e das redes sociais, reagiu às disposições e regulamentos emitidos, em 8 de novembro, pelos Departamentos de Estado, Tesouraria e Comércio dos Estados Unidos em relação a Cuba.

Muitos juntaram suas vozes para apoiar a Ilha, vítima de um bloqueio econômico, comercial e financeiro que supera os 50 anos e agora é reavivado, tal como nos tempos da Guerra Fria.

Da América Latina, o presidente Evo Morales denunciou o modo de atuação do país norte-americano e moldou-o no endurecimento do bloqueio dos EUA contra Cuba.

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Washington aprofunda o recuo das relações com Cuba

Foram publicados, em 8 de novembro, novas regulamentações dos EUA acerca das viagens a Cuba e trocas econômicas entre ambos os países

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«As novas medidas de Washington contra Cuba, que limitam tanto as viagens de seus cidadãos ao nosso país quanto os negócios com algumas entidades nacionais, confirmaram, em 8 de novembro, o sério recuo existente nas relações bilaterais sob a administração de Donald Trump», asseverou a diretora geral dos Estados Unidos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Josefina Vidal.

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Bloqueio: principal obstáculo para o desenvolvimento científico cubano

SEGUNDO dados globais, as afetações do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unido contra Cuba provocaram perdas ao ensino superior da ordem de US$ 1,5 milhão, só no último ano.

Esta quantia se reflete nas afetações por conceito de realocamento geográfico, dificuldades nas transferências bancárias, receitas que Cuba deixa de receber e limitações no acesso às publicações de alto impacto internacional.

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Vamos persistir, com o consenso de nosso povo e, especialmente, o compromisso patriótico dos cubanos mais novos, na luta antiimperialista e na defesa de nossa independência

Discurso do ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, sobre o tema «Necessidade de acabar com o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba», na sede das Nações Unidas, Nova York, 1º de novembro de 2017. (Tradução da versão estenográfica do Conselho de Estado)

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A comunidade internacional se pronuncia pelo fim do bloqueio contra Cuba

Já é tempo suficiente para que os Estados Unidos cumprissem as 26 resoluções adotadas pela comunidade internacional na Assembleia Geral das Nações Unidas, cujos Estados membros pedem o fim dessa absurda política e o levantamento unilateral e incondicional do bloqueio.

O mundo ao lado de Cuba contra o bloqueio

PELA vigésima sexta ocasião o mundo voltará a se pronunciar perante o plenário da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre a resolução 71/5 Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba.

Apesar dessa política cruel e genocida implementada por 11 administrações estadunidenses, o povo cubano não somente resistiu mas não renuncia ao seu desenvolvimento e junto ao seu governo constrói o futuro, como mostra sua participação na atualização do seu modelo econômico e social. Ainda, essa maneira arcaica e isolada de agir do país mais poderoso da Terra, tampouco conseguiu impedir as manifestações de solidariedade de uma pequena nação que partilha com os mais pobres o que tem, não o que lhe sobra. O prestígio da Ilha maior das Antilhas cresce mundialmente frente a tão perversa política.

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A crise de Outubro e o grande perigo

Imagen relacionadaCompletam-se 55 anos da Crise de Outubro de 1962, chamada também de Crise dos Mísseis, considerada a mais perigosa que atravessou o mundo, na segunda metade do século passado. A humanidade não deve esquecer esse fato, pois estivemos à beira de perecer no holocausto nuclear, especialmente para fazer todo o possível para evitar sua repetição.

Em meados do mês de agosto de 1962, quando a transferência e desdobramento das tropas soviéticas em Cuba estava em andamento, por causa do acordo bilateral assinalado entre ambos os países, começou um escândalo crescente na imprensa e nos círculos políticos americanos, o que previu a gênese de uma crise.1

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