Arquivo da categoria: Cuba

Demanda de Cuba diante da guerra que nos é feita

Quando a ativação da Lei Helms-Burton é apresentada perante Cuba, como uma suposta justiça contra a nacionalização de propriedades, não devemos esquecer o longo saldo de perdas ocorridas nestes 60 anos

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QUANDO nós, os cubanos, vemos um país inteiro sofrer a agressão sustentada de outro – sem que haja uma declaração prévia de guerra – muitos de nós lembramos a prática estabelecida pela camarilha fascista durante a Segunda Guerra Mundial, uma ação que ignorava os princípios humanos mais básicos e colocava, acima de tudo, o interesse expansionista e imperial.

A geração que represento não viveu momentos de batalhas monumentais como a Baía dos Porcos, a Crise dos Mísseis ou a Limpeza do Escambray, as referências vêm até nós como ecos no tempo, que alguns, de longe, também querem deturpar para que não aprendamos as lições de valor e patriotismo que nos deixam. Essa guerra, em que já foram provadas todos os tipos de táticas contra Cuba, nos tocou mais de perto quando éramos crianças e, na televisão, vimos tantos compatriotas agitar-se e chorar de raiva e dignidade enquanto recontavam a dor que lhes causou o império.

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Venezuela nunca estará sozinha

A história guerreira dos norte-americanos nos revela, com muita eloquência, qual é o seu modus operandi. Não há nada novo no roteiro usado neste momento com a Venezuela, exceto alguns caracteres. Mais uma vez o disfarce da ajuda humanitária para mascarar uma intervenção.

«Respeito pela paz», «condenação do golpe, interferência», «defesa do direito dos povos de escolher seu caminho», são frases repetidas nos dias de hoje em Cuba nos locais de trabalho e estudo, nas cooperativas agrícolas e nos espaços comunitários em todo o país, porque a Venezuela só cometeu um pecado: andar com os próprios pés e com a cabeça ereta, sem sucumbir às pretensões imperiais. Ela cometeu o pecado de ser livre.

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Declaração do Governo Revolucionário de Cuba sobre a Venezuela

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O Governo Revolucionário da República de Cuba denuncia a escalada de pressão e ações do governo dos Estados Unidos para preparar uma aventura militar disfarçada de «intervenção humanitária» na República Bolivariana da Venezuela e exorta a comunidade internacional a mobilizar-se para impedir que seja consumida.

Entre 6 e 10 de fevereiro de 2019, foram realizados voos de aviões de transporte militar para o aeroporto Rafael Miranda, de Porto Rico, a base aérea de San Isidro, na República Dominicana e para outras ilhas do Caribe estrategicamente localizadas, provavelmente sem o conhecimento dos governos dessas nações, que se originaram em instalações militares americanas das quais operam unidades de Operações Especiais e o Corpo de Fuzileiros Navais, que são usadas para ações secretas, mesmo contra líderes de outros países.

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A Constituição de Cuba é discutida e aprovada pelos cubanos

«O secretário-geral da OEA, seguindo o roteiro ditado pelo governo dos Estados Unidos, organizou um novo espetáculo contra Cuba, que ele chamou de Conferência. Nesta ocasião, sobre o projeto de reforma constitucional cubano», disse, em 12 de fevereiro, Eugenio Martínez Enríquez, diretor geral para a América Latina e o Caribe, do Ministério das Relações Exteriores.

O funcionário afirmou que é impressionante que o secretário-geral, com sua particular obsessão anticubana, reitere calúnias e mentiras vulgares sobre nosso país e ignore tantas questões de real urgência em Nossa América, para as quais ele não dedica as mesmas energias, nem o tempo nem os recursos da organização da qual ele é um funcionário. O secretário-geral deve saber que nem ele nem aquela organização têm o direito de debater sobre a Constituição de um Estado que não faz parte dela, nem pretende ser, e não está, portanto, sujeito ao seu sistema de tratados, com o qual ele não tem obrigação.

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Constituição do povo e para o povo

Na nova Carta Magna estão as bases legais para o desenvolvimento do país e a essência do conceito de Revolução de Fidel

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Com sua presença no dia 24 de fevereiro nas urnas, o povo cubano ratificará a continuidade da Revolução e a vontade de proteger as conquistas sociais da Ilha; será este, além disso, o melhor tributo a José Martí, Fidel Castro e os heróis da Pátria, disse no sábado 9 de fevereiro, no município especial Isla de la Juventud, Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular.

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A agressão contra a Venezuela deve parar

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O Governo Revolucionário da República de Cuba condena e rejeita fortemente a tentativa de impor, através de um golpe, um governo fantoche que serve aos Estados Unidos na República Bolivariana da Venezuela, e manifesta a sua solidariedade para com o Governo constitucional do presidente constitucional Nicolás Maduro Moros.

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Pelo décimo primeiro ano consecutivo, Cuba mantém sua taxa de mortalidade infantil abaixo de cinco por mil nascidos vivos

O país atingiu, no final de 2018, pelo segundo ano consecutivo, e com quatro mortes a menos que no ano anterior, a menor taxa de mortalidade infantil de sua história, com 4,0 por mil nascidos vivos.

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A notícia é esperada todo mês de janeiro há já algumas décadas. E, no começo do ano, estamos novamente diante de números cuja primeira e necessária leitura é a certeza de que milhares de mulheres completaram com sucesso sua gravidez, milhares de bebês estão crescendo e milhares de famílias cubanas estão desfrutando de um filho ou filha desejado.

Se dissermos que, pelo décimo primeiro ano consecutivo, Cuba mantém sua taxa de mortalidade infantil abaixo de cinco por mil nascidos vivos, é motivo suficiente para nos regozijarmos.

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«Vocês são um símbolo do país que os formou»

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O presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao se dirigir a uma representação dos médicos que retornaram a Cuba, disse: «O retorno à Pátria não é o fim, é um começo. Vocês chegam em um momento importante para Cuba, quando estamos prestes a aprovar a nova Constituição, que será submetida a um referendo em 24 de fevereiro».

Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».

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Havana, capital da unidade, integração e paz

A Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA-TCP) será realizada hoje na capital cubana

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HOJE, sexta-feira, 14 de dezembro, Havana será a capital da integração, a unidade e a capacidade de trabalhar em conjunto, quando representantes de alto nível dos dez países da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América – Tratado de Comércio dos Povos se reúnam em sua Cúpula, no Palácio das Convenções.

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Bolsonaro, Mais Médicos e um déjà vu

O presidente cubano Díaz-Canel relembrou no Twitter os 20 anos da Escola Latino-americana de Medicina elam; uma obra de amor que formou milhares de médicos; entre eles, brasileiros, a quem a Associação Médica os impede de passar no exame de revalidação do título e no acesso aos empregos.

Ano de 2013. No Brasil, a presidenta Dilma Rousseff promoveu programas como o Mais Médicos, que previa a presença de médicos brasileiros e estrangeiros para atuar em áreas pobres e isoladas daquele país, iniciativa que incluiu milhares de profissionais de saúde cubanos. Na Venezuela, o então candidato anti-Chávez, Henrique Capriles, fazia flutuar seu discurso entre as ameaças a Havana, «pois não financiaria um modelo político», nem «doaria petróleo», e a oferta «desinteressada» de nacionalizar os milhares de médicos que estavam em solo bolivariano. Eu os convidaria, declarou Capriles, «para serem cidadãos de um país onde há democracia».

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