Arquivo da categoria: Cuba-EUA

Quanto mais descrédito, mais solidariedade

medicos

Apoiado em um princípio que se tornou uma identidade nacional, Cuba oferece o que tem para compartilhar. Ela não prega, faz, e em seus atos valida as razões que mobilizam os bons corações no mundo

Se são quase imperceptíveis nos atlas geográficos, não há maneira de elas se tornarem manchetes na mídia maior. Em primeiro lugar, por causa do tamanho das ilhas Turks e Caicos. Segundo, porque é novamente esse obstinado gesto de solidariedade que incomoda tanto os enormes poderes, o governo do dinheiro, aqueles que entendem a saúde através das contas contábeis dos serviços privados, aqueles que cotam se alguém deve sobreviver ou não, de acordo com o mercado de ações. E terceiro, porque Cuba é, novamente, a nação que se oferece.

Neste arquipélago mínimo também vivem pessoas que não escapam ao perigo de um vírus que não entende nem de ilhas nem de mares. Simplesmente lá moram pessoas que precisam da ajuda, que a pediram e Cuba a ofereceu novamente, sem calcular essas contas em moedas que outros circulam hiperbolizando; jogando o jogo daqueles que plantam matrizes por conveniência e chamam os médicos de escravos; enquanto em sua casa morrem às centenas, sob o chicote da mesma doença à qual esses «escravos cubanos» são capazes de enfrentar com o peito.

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Cuba condena o terrorismo e a manipulação política

Declaração do ministério das Relações Exteriores

O ministério das Relações Exteriores expressa seu enérgico rechaço à inclusão caluniosa da República de Cuba em uma lista do Departamento de Estado dos Estados Unidos referida a países que supostamente não cooperam plenamente com os esforços estadunidenses contra o terrorismo, tornada pública em 13 de maio de 2020, a que foi contundentemente rechaçada pelo presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez. Trata-se de uma lista unilateral e arbitrária, sem fundamento, autoridade ou respaldo algum e que, como é sabido, tão somente sirve aos propósitos de difamação e coerção contra países que se recusam a acatar a vontade do Governo dos Estados Unidos em suas decisões soberanas.

O argumento principal empregado pelo Governo dos Estados Unidos foi a presença no território nacional cubano de membros da delegação de paz do Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia.

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Ataque contra a Embaixada cubana: o silêncio eloquente dos seus cúmplices

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, na entrevista coletiva virtual, oferecida em 12 de maio, sobre o ataque terrorista à Embaixada cubana nos Estados Unidos, expressou: «Temos aqui um atacante, um fuzil AK-47, 32 cápsulas de projeteis, 32 furos de balas e a declaração — do executor dos fatos — da intenção de agredir e de matar».

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, na entrevista coletiva virtual, oferecida em 12 de maio, sobre o ataque terrorista à Embaixada cubana nos Estados Unidos, expressou: «Temos aqui um atacante, um fuzil AK-47, 32 cápsulas de projeteis, 32 furos de balas e a declaração — do executor dos fatos — da intenção de agredir e de matar».

«Temos, ainda, o silêncio do Governo dos Estados Unidos, um silêncio que nós conhecemos, que acompanhou durante anos as ações que grupos violentos, com base no território desse país, executaram contra Cuba. Cada onda de terror foi precedida por campanhas de ódio, de rancor, de ameaças, de tentativas de desacreditar a atuação de Cuba na arena internacional, em meio de um cenário onde o cerco econômico aperta cada vez com mais força.

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«É necessário denunciar o silêncio cúmplice do governo dos Estados Unidos»

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou, na terça-feira, 12 de maio, o silêncio cúmplice dos Estados Unidos relativamente ao ataque terrorista à Embaixada de Cuba em Washington

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou, na terça-feira, 12 de maio, o silêncio cúmplice dos Estados Unidos relativamente ao ataque terrorista à Embaixada de Cuba em Washington, ocorrido em 30 de abril passado. O anterior veio a público durante uma entrevista coletiva virtual, oferecida na sede da Chancelaria cubana.

Rodríguez Parrilla declarou à imprensa que o assalto foi perpetrado pelo cidadão cubano Alexander Alazo Baró, uma pessoa de origem cubana e que mora nos Estados Unidos desde o ano 2010.

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O bloqueio não vai impedir que Cuba garanta a saúde de seu povo perante a Covid-19

Enquanto o coronavírus provoca a pior crise no âmbito da saúde pública das últimas décadas, Washington se empenha em limitar a capacidade de enfrentamento de Cuba a essa pandemia

Enquanto o coronavírus provoca a pior crise no âmbito da saúde pública das últimas décadas, Washington se empenha em limitar a capacidade de enfrentamento de Cuba a essa pandemia. Cada dia, a administração de Trump amplia as restrições para impedir o acesso da Ilha a remédios e insumos de primeira necessidade.

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Cuba não esquece um dos traços mais tristes do terrorismo de Estado

A explosão no vapor francês La Coubre, no porto de Havana, foi o maior ataque do século 20, perpetrado pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos, que deixou mais de cem pessoas mortas e 400 feridas

Na manhã de 4 de março de 1960. O vapor francês La Coubre navega na baía de Havana, tendo saído dias antes do porto de Antuérpia, na Bélgica, carregado de armamento e munição para a defesa da nascente Revolução. Uma imagem da época imortaliza o momento da chegada à doca. Parece imenso e imponente, como se as mais de 4.000 toneladas de sua estrutura levitassem sobre as águas.

Ninguém imaginava que trazia duas bombas ativadas entre as armas e munições que a Ilha havia comprado da Bélgica. Elas explodiram algumas horas depois que a imagem de sua chegada, publicada no jornal Revolución, foi tirada com uma história que ninguém gostaria de contar: Cuba viveria o maior ataque do século XX, perpetrado pela Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, que deixou mais de cem pessoas mortas e 400 feridas.

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Manipulação dos EUA para prejudicar relações com Cuba fracassa diante de evidências científicas

Os Estados Unidos continuam usando os supostos incidentes de saúde de seus diplomatas para fins políticos e impediram a comunidade científica daquele país de discutir as questões em bases competentes, tal como ocorreu, em 2 de março, na primeira sessão do evento científico organizado pela Academia das Ciências de Cuba, em coordenação com o Centro Cubano de Neurociências, para abordar esses fatos novamente

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Neoplattistas frustrados

Entre 26 de fevereiro e 2 de março de 1901, os órgãos legislativos e a Presidência dos Estados Unidos conseguiram planejar uma trama infame: a Emenda Platt

Entre 26 de fevereiro e 2 de março de 1901, os órgãos legislativos e a Presidência dos Estados Unidos conseguiram tramar uma trama infame: a Emenda Platt. Para o imperialismo norte-americano estreante não foi suficiente ter intervido na guerra de libertação que o povo cubano havia travado por três longas décadas por causa de sua independência do regime colonial, mas deveria mediar o nascimento da República com a imposição de condições onerosas para o exercício da soberania.

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União Africana insta os EUA eliminar o bloqueio injustificado contra Cuba

De Addis Abeba, Etiópia, sede da União Africana (UA), a voz de solidariedade dessa organização foi levantada para reiterar sua condenação ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba

De Addis Abeba, Etiópia, sede da União Africana (UA), a voz de solidariedade dessa organização foi levantada para reiterar sua condenação ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba.

Uma resolução sobre o impacto das sanções e medidas coercitivas unilaterais, adotada pelos chefes de Estado e de Governo dos países que compõem a UA, aponta para o bloqueio dos EUA contra Cuba como o principal obstáculo à implementação na Ilha da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento Sustentável.

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Se Trump diz que ajuda Cuba, como explica a caravana na 8ª Rua de Miami?

Resultado de imagen de la caravana en la calle 8 de Miami?

O fato de o protesto ter surgido em Miami é um sinal categórico de que os cubanos daqui, dali e de outros confins do mundo, unidos por laços indissolúveis com sua nação, são os que realmente sabem quanto custou o bloqueio ao nosso povo, e eles o rejeitam

O que Donald Trump inventará agora? Ele dirá que a recente caravana de mais de cem carros dirigidos por cubanos ao longo da 8ª Rua, defendendo a eliminação das restrições de viagem a Cuba, foi um movimento concebido em Havana e exportado para Miami.

Não seria estranho que o magnata aumentasse seu recorde de desprezíveis mentiras adicionando mais uma, ele mostra uma marca pessoal de mentiras expressas em público, com absurdos geográficos incluídos. Trump insulta a humanidade quando afirma repetidamente que tudo o que faz — ou desfaz — seu governo em torno de Cuba é guiado pelo desejo de ajudar a Ilha a recuperar sua democracia e a favor do padrão de vida de seus habitantes.

Se, de fato, o que faz é beneficiar o povo cubano, como explica que centenas de pessoas percorreram com suas reivindicações, a favor das viagens à Ilha, por mais de 25 quilômetros, atravessando a 8ª Rua de Miami?

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