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O programa anticubano não conseguiu justificar o bloqueio

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Esse tipo de ação busca, como objetivo, a fabricação de pretextos para manter e intensificar o bloqueio, o que constitui uma violação em massa, flagrante e sistemática dos direitos humanos das mulheres e dos homens cubanos

O Ministério das Relações Exteriores da República de Cuba rejeita de maneira mais veemente a campanha difamatória contra Cuba sobre direitos humanos, lançada, em 16 de outubro, pelo governo dos Estados Unidos, na sede das Nações Unidas.

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«Devemos acabar com o bloqueio contra Cuba»

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O roteirista britânico Paul Laverty, que venceu o prêmio de roteiro no festival de San Sebastian, Espanha, com o filme Yuli , inspirado na vida do bailarino e coreógrafo cubano Carlos Acosta, catalogou o bloqueio de Cuba «como uma vergonha que deve acabar».

Ao receber o prêmio, Laverty, um roteirista habitual de diretores como o britânico Ken Loach, disse: «58 anos atrás, EUA impôs um bloqueio a Cuba, um bloqueio que é ilegal, que todo ano é condenado nas Nações Unidas, e que só é sustentado por dois votos: os dos EUA e de Israel. Dois especialistas na aplicação de punições coletivas à população civil. Dois bandidos, canalhas, hipócritas. Devemos acabar com essa vergonha, devemos acabar com o bloqueio contra Cuba»

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A visita de Mattis, o cerco contra a Venezuela e o desmantelamento da esquerda

A visita recentemente feita por James Mattis, secretário da Defesa dos Estados Unidos ao Brasil, Argentina, Chile e a Colômbia deixou muito a falar na região e, na medida em que os dias se passaram, foram feitas várias análises sobre os resultados desta turnê e os eventos subsequentes — aparentemente isolados — que se transformam em um alerta para a área.

Pouco antes da viagem, o subsecretário adjunto da Defesa para os Assuntos do Hemisfério Ocidental, Sergio de la Peña, informou que a viagem fazia parte do «fortalecimento de alianças» que o governo dos EUA estava promovendo, como parte de sua Estratégia Nacional de Defesa (NDS, por sua sigla em inglês) e que, portanto, estavam interessados ​​em promover «a colaboração, a prosperidade e a segurança na região».

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Como é armado o pretexto de uma Guerra Fria?

EUA têm experiência em fabricar pretextos para intervir ou começar conflitos em muitos recantos do mundo.

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UM pretexto é tudo o que é necessário para iniciar um conflito, algo em que os Estados Unidos têm experiência. Ele os usou, por exemplo, para intervir na guerra hispânica-cubano-norte-americana, no Vietnã e para iniciar a guerra contra o Iraque, mas nenhum tão imaginativo e incomum quanto o que foi tecido desde 2017.
No ano passado, os EUA afirmaram que em Cuba parte do seu pessoal diplomático tinha sido afetado por pretensos «ataques sônicos», cuja evolução na mídia reproduz a lógica que deu lugar à Guerra Fria. Uma cronologia dos eventos prova a intenção política de Washington de não deixar a questão repousar, talvez, até que não haja vestígios da restauração de relações diplomáticas entre os dois países.

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Donald Trump: A arte de mentir, no pior estilo de Hollywood

A mentira política não precisa da mão da arte para transcender, pois excede em muito as transposições criativas. Para estudiosos da política norte-americana, as falsidades e exageros de Donald Trump são incomparáveis ​​nos anais presidenciais daquele país.

“VOCÊ precisa ter uma boa memória depois que mentiu».

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O que nos deixou o dia 11 de setembro de 2001?

AINDA doem aquelas imagens diante das quais o mundo ficaria paralisado, na terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando as torres desmoronaram, o que desencadearia uma trilha de guerras que — à luz de hoje — parecem nunca terminar

Nos dias seguintes, o presidente norte-americano George W. Bush repetiu muitas vezes que «esta cruzada contra o terrorismo» levaria tempo, anunciando assim o chamado «novo tipo de guerra», uma «guerra total» e «sem limite», que definiria situações, conflitos, intervenções militares, novas ameaças contra Estados, coalizões de Estados e tudo o que seria erigido como um «inimigo», uma abstração chamada «mal», sob a justificativa da segurança nacional e a salvaguarda dos direitos daqueles que fazem desses conflitos e suas consequências, um negócio.

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É impossível provar o que não aconteceu e os Estados Unidos sabem disso

Em declarações exclusivas ao jornal Granma, o diretor da Direção Geral para os Estados Unidos, do ministério das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, assegurou que nem mesmo a teoria dos possíveis efeitos causados ​​pelas «microondas» corrobora a multiplicidade e diversidade de sintomas que segundo o Departamento de Estado, sofreram os pressupostos afetados e com o passar do tempo, faz com que percam mais veracidade

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Uma política pode ser mais prejudicial que um furacão?

O principal obstáculo para o desenvolvimento de todas as potencialidades da economia cubana não está relacionado com a natureza, mas com um modo imoral de fazer política: o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba.

QUANDO um furacão surge no tempo como uma ameaça à Ilha, todos os cubanos começam a se preocupar. Embora as medidas adotadas pela Defesa Civil garantam a preservação da vida humana e dos recursos materiais, sabe-se que as forças do vento e a intensidade da chuva não perdoam.

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O que não podem perdoar a Nicolás Maduro

O governo chavista aplica um novo plano de recuperação econômica para fazer face à guerra econômica e desenvolver o país

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou segunda-feira, 20 de agosto, como um dia não útil para «facilitar a entrada em vigor do novo cone monetário e seu processo de adaptação».

A partir desse dia, seu país terá oficialmente duas unidades contábeis: o bolívar soberano e o Petro, um novo sistema salarial e um sistema de preços ancorado à criptomoeda, bem como um novo sistema de subsídio direto da gasolina às famílias venezuelanas e ao transporte público nacional.

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Por que os Estados Unidos são a principal ameaça para a América Latina e o Caribe como zona de paz?

Em 2018, o governo dos EUA intensificou sua intervenção na América Latina e no Caribe. Para 2019, Trump aprovou um orçamento recorde de 716 bilhões de dólares para a Defesa

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MAIS de 76 bases militares na América Latina, apoio a golpes militares e judiciais contra presidentes, a tentativa de assassinato contra Nicolás Maduro, sanções e bloqueios econômicos, o uso de organizações como a desacreditada OEA contra governos progressistas e a aplicação de métodos subversivos com base no consumo cultural através da mídia e a Internet e o apoio a figuras ultraconservadoras da direita em sua ascensão a altas posições políticas, são algumas das estratégias e ações aplicadas pelos Estados Unidos na América do Sul e no Caribe em sua ânsia de reverter, de maneira total, as vitórias alcançadas pelos governos progressistas nas últimas décadas.

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