Senado dos EUA analisará alegados incidentes acústicos em Cuba

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Em declarações à imprensa, membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara alta, Jeff Flake afirmou que as autoridades dos Estados Unidos não têm achado evidências de que os diplomatas tenham sido vítimas de ataques com uma arma desconhecida. Sublinhou que em suas múltiplas viagens a Havana, os agentes do Bureauo Federal de Investigações (FBI) não encontraram provas de que ‘as misteriosas doenças sejam resultado de ataques’, apesar de que o governo de Trump tem descrito os incidentes como tais.

Flake agregou que os relatórios classificados dos servidores públicos estadunidenses lhe deixaram sem razões para duvidar da versão do governo cubano.

Washington, 9 jan (Prensa Latina) O Comitê de Relações Exteriores do Senado prevê hoje uma audiência sobre os incidentes de saúde alegados por diplomatas estadunidenses em Havana e que serviram à administração do presidente Donald Trump de pretexto para frear a aproximação com Cuba.

O governo da nação caribenha tem reiterado que não existem provas de que tenha ocorrido um ataque contra servidores públicos da nação nortenha na ilha.

Assim também o reconheceu o senador republicano pelo estado norte-americano de Arizona Jeff Flake, quem na sexta-feira se reuniu na capital cubana com o ministro de Relações Exteriores, Bruno Rodríguez.

Em declarações à imprensa, o também membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara alta afirmou que as autoridades dos Estados Unidos não têm achado evidências de que os diplomatas tenham sido vítimas de ataques com uma arma desconhecida.

Sublinhou que em suas múltiplas viagens a Havana, os agentes do Bureauo Federal de Investigações (FBI) não encontraram provas de que ‘as misteriosas doenças sejam resultado de ataques’, apesar de que o governo de Trump tem descrito os incidentes como tais.

Flake agregou que os relatórios classificados dos servidores públicos estadunidenses lhe deixaram sem razões para duvidar da versão do governo cubano.

A história de diplomatas que teriam sofrido enxaqueca, tontura, perda da audição e lesões cerebrais leves durante seu trabalho em Cuba saltou aos meios de comunicação em agosto passado; o primeiro dos supostos incidentes remonta-se a novembro de 2016 e o último há poucos meses.

Para fins de setembro, o departamento de Estado ordenou a retirada de 60 por cento do pessoal da embaixada em Cuba e pouco tempo depois a Casa Branca anunciou medidas que restringem as viagens individuais à ilha, aprovados durante o governo do presidente Barack Obama (2009-2017).

As autoridades do país caribenho continuam a investigação e concluíram preliminarmente que não existe evidência alguma sobre a ocorrência dos incidentes reportados, nem das causas e a origem das doenças notificadas por diplomatas e seus familiares.

Segundo o chanceler Rodríguez, Cuba deseja chegar à verdade e que um tema sensível como a saúde das pessoas não se tome como pretexto para adotar medidas de natureza política destinadas a danificar os progressos atingidos nas relações bilaterais.

Publicado em 09/01/2018, em ataque acústico, Cuba-EUA, FBI. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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