Cuba: emprego nuclear em desenvolvimento e cuidado ambiental

Resultado de imagen para cuba OIEAViena, Cuba advogou pela dedicação de esforços e recursos para as aplicações nucleares em pró do desenvolvimento e da proteção ambiental como uma das prioridades do Organismo Internacional da Energia Atómica (OIEA).
O embaixador em Áustria e ante os organismos internacionais com sede em Viena, Juan Antonio Fernández, abordou o tema na sua intervenção no debate geral da 61 Conferência desse escritório, na qual fez referência aos furacões que açoitam aos países insulares do Caribe a cada vez com mais força e destruição.

‘Quiçá em algum dia com o uso de inovadoras aplicações nucleares poderíamos prever e mitigar de modo mais efectivo estes desastres naturais’, expressou ante o plenário ao saudar a incorporação de Granada ao organismo.

Disse que esses desastres naturais confirmam a prioridade para a humanidade do confronto à mudança climática e, em particular, a necessidade de um tratamento especial e diferenciado aos pequenos estados insulares em desenvolvimento.

Agradeceu as mostras de solidariedade e oferecimento de assistência da ONU, os governos e a sociedade civil, com ênfase na reunião de alto nível em solidariedade com os países afectados pelo furacão Irma convocada pelo secretário geral e o presidente da Assembleia Geral da ONU.

Fernández disse que a cooperação técnica na esfera nuclear é um pilar merecedor de atenção priorizada e nesse sentido reconheceu a nome de Cuba a conferência internacional sobre o tema de maio passado.

Disse que Cuba outorga grande importância à aplicação de tecnologias nucleares em áreas finques para a economia e a sociedade, tais como a saúde humana, com especial atenção ao programa de controle de cancro, a segurança alimentária, a agricultura e a proteção do meio ambiente.

Qualificou de excelente a cooperação do seu país com o OIEA na implementação do Plano Integrado de Apoio à Segurança Física Nuclear que lhe permitiu fortalecer os seus sistemas de prevenção, deteção e resposta ante atos nocivos.

Recordou que Cuba depositou os instrumentos de aceitação da Convenção de Segurança Nuclear e de adesão à Convenção Conjunta em julho, as quais entrarão em vigor no seu país em 1 de outubro.

Considerou o diplomata um passo histórico da comunidade internacional a assinatura em Nova Iorque do Tratado sobre a Proibição das Armas Nucleares, que Cuba subscreveu ontem, em cujo texto se indica que ‘a única forma efectiva de garantir que a humanidade não sofrerá nunca mais o terrível impacto dessas armas, é a sua proibição e eliminação total e absoluta’.

Prensa Latina
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Publicado em 22/09/2017, em Cuba, OIEA, Viena. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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