Parlamento Cubano recusa a Resolução Não Legislativa da Euro Câmara

Os membros do parlamento cubano expressam que a recente resolução contradiz os princípios de respeito, igualdade e reciprocidade descritos no Acordo de Diálogo Político e Cooperação, assinado em Bruxelas, em 12 de dezembro de 2016, entre Cuba, a União Europeia

El Parlamento Europeo da luz verde al primer acuerdo de cooperación entre la UE y Cuba

UMA declaração que expressa e recusa energicamente a inaceitável resolução acerca de Cuba que recentemente adotou o Parlamento Europeu», informou na manhã de hoje A Comissão das Relações Internacionais da Assembleia Nacional do Poder Popular.

Os membros do parlamento cubano expressam que a recente resolução contradiz os princípios de respeito, igualdade e reciprocidade descritos no Acordo de Diálogo Político e Cooperação, assinado em Bruxelas, em 12 de dezembro de 2016, entre Cuba, a União Europeia e seus Estados membros, e que foi atestado pelo Parlamento Europeu no dia 5 de julho com 567 votos a favor, 61 em contra e 31 abstenções.

De acordo com a declaração, publicada no site do Parlamento cubano, a resolução tergiversa nossa realidade, sugere fórmulas que Cuba não necessita, pois constituem uma ingerência nos assuntos internos e utiliza elementos altamente lesivos à soberania do povo cubano.

Igualmente, consideraram que contrasta com o positivo desenvolvimento das relações de Cuba com a Comissão Europeia, o Serviço Europeu de Ação Exterior e com os Estados Membros do bloco comunitário, mostrando um marcado conteúdo colonialista e das lições acerca de democracia e direitos humanos, ignorando que já foram superadas as políticas unilaterais, discriminatórias e seletivas que caracterizaram no passado, a posição da União Europeia respeito a Cuba.

Outro aspecto que destaca a declaração da Comissão das Relações Internacionais da Assembleia Nacional é que a Resolução Não Legislativa da Euro Câmara não faz referência direta ao bloqueio econômico comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba, que contradiz o direito internacional e viola os direitos humanos do povo cubano.

«Não reconhecemos direito algum do Parlamento Europeu para tratar assuntos que só competem ao povo cubano, que continua construindo uma Nação soberana independente, socialista, democrática, próspera e sustentável», asseveram os membros do parlamento cubano.

Granma

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Publicado em 06/07/2017, em Cuba, Parlamento Europeu, UE. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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