Revolução avança na Venezuela, apesar de violência opositora

Caracas, (Prensa Latina) O governo da Venezuela ratificou a continuidade dos programas sociais em benefício popular, apesar do regime de violência e terror que a oposição desse país sul-americano tenta hoje impor.

O presidente Nicolás Maduro anunciou ontem a ativação do Movimento Somos Venezuela a 15 de junho, mediante o qual se reavivarão as casas alimentares da Missão Alimentação nos bairros, comunidades e cidades.

Com a referida iniciativa, serão beneficiados mais de 200 mil casos com requerimentos sociais identificados graças ao trabalho casa por casa de grupos de trabalho, os quais investigaram as vulnerabilidades para assim fortalecer os programas de dignificação popular, afirmou.

Nesse sentido, explicou Maduro, o executivo nacional desenvolverá estratégias para aperfeiçoar o funcionamento dos Comitês Locais de Abastecimento e Produção, mais conhecidos como os Clap, os quais se encarregam da distribuição de alimentos entre os setores mais humildes da sociedade.

Acrescentou que todos estes avanços são possíveis por um esforço em conjunto entre o Ministério da Saúde, Missão Barrio Adentro, Lares da Pátria, o Instituto dos Seguros Sociais.

Da mesma forma, destacou a importância do carnê da pátria para a organização das missões, pois, atestou, ‘permite(…) identificar os problemas que temos, onde temos que continuar afiançando as bandeiras sociais’.

O mandatário informou também sobre a aprovação de 200 mil novas pensões da Missão Amor Maior, a fim de melhorar a vida das pessoas da terceira idade e se referiu ainda ao financiamento a mais de 400 projetos produtivos associados canalizados mediante o Carnê da Pátria.

Há mais de dois meses, um grupo de vândalos financiados pela direita gera ações terroristas em alguns pontos do país para forçar a derrubada do governo bolivariano; no entanto a Revolução Bolivariana avança em prol de um futuro melhor para os venezuelanos.

Os fatos, estimulados pelos Estados Unidos e por governos de outros países como Colômbia, Chile, Brasil, Peru e Alemanha, deixaram até o momento mais de 70 mortos e cerca de dois mil feridos, além de consideráveis danos econômicos por destroços a instalações governamentais e redes de comércio privadas.

Para atingir a paz com um projeto democrático de país, o presidente venezuelano convocou a formação de uma Assembleia Nacional Constituinte (ANC), na qual estejam representados todos os setores da sociedade do país sul-americano.

Os 535 delegados que conformarão a ANC serão eleitos no próximo dia 30 de julho, e deles 364 serão da base dos territórios e 181 por setores, divididos em camponeses e pescadores, comunas e conselhos comunais, estudantes, pensionistas, empresários, povos indígenas e a comunidade de pessoas com alguma incapacidade física.

 

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Publicado em 12/06/2017, em Assembleia Constituinte, Nicolás Maduro Moros, Venezuela. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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