Declaração do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a política migratória para Cuba

Hoje, os Estados Unidos estão dando passos importantes para normalizar as relações com Cuba e para conseguir maior consistência em nossa política de imigração. O Departamento de Segurança Interna está pondo fim à chamada política de “pés molhados /pés secos”, que foi posta em prática há mais de vinte anos e foi desenhada para uma época diferente. Com efeito imediato, os cidadãos cubanos que tentem entrar nos Estados Unidos ilegalmente e não estejam compreendidos na ajuda humanitária serão deportados, de acordo com a legislação dos Estados Unidos e as prioridades da aplicação e o cumprimento da lei. Ao darmos este passo, estamos tratando os migrantes cubanos da mesma maneira na qual tratamos os migrantes de outros países. O governo cubano concordou em aceitar o retorno dos cidadãos cubanos com ordens de deportação, tal como esteve aceitando o retorno dos migrantes interceptados no mar.

Hoje, o Departamento de Segurança Interna também está pondo fim ao Programa de Parole para Profissionais Médicos Cubanos. Os Estados Unidos e Cuba estão trabalhando em parceria para combater doenças que põem em perigo a saúde e a vida de nossas pessoas. Ao proporcionar um tratamento preferencial ao pessoal médico cubano, o Programa de Parole dos Médicos contradiz estes esforços e corre o risco de afetar o povo cubano. O pessoal médico cubano agora será elegível para solicitar asilo nas embaixadas e consulados dos Estados Unidos em torno do mundo, em correspondência com os procedimentos para todos os cidadãos estrangeiros.

Os Estados Unidos, uma terra de imigrantes, têm se enriquecido com as contribuições dos cubano-americanos, durante mais de um século. Depois que eu tomei posse do cargo, coloquei a comunidade cubano-americana no centro de nossas políticas. Com esta mudança continuaremos dando as boas-vindas aos cubanos, tal como acolhemos imigrantes de outras nações, de acordo com nossas leis. Durante minha Administração, trabalhamos para melhorar a vida do povo cubano, dentro de Cuba, proporcionando-lhe maior acesso a recursos, informação e ligação com um mundo mais amplo. Sustentar esta abordagem é a melhor maneira de assegurar que os cubanos possam desfrutar da prosperidade, façam reformas e determinem seu próprio destino. Como disse em Havana, o futuro de Cuba deve estar nas mãos do povo cubano.

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Publicado em 13/01/2017, em Político. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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