Salão de Belas Artes descobre arte cubana de inícios do século XX

O Museu Nacional de Belas Artes exibe hoje 48 obras de artistas cubanos que celebram o centenário da Associação de Pintores e Escultores (1916-1930).

Escolhidas entre as 90 peças da coleção, a seleção que ocupa a Sala Transitória do Edifício de Arte Cubana propõe uma reflexão a respeito do contexto criativos de inícios do século passado, daí que se titulasse Ardid para enganar ao tempo.

Com curadoria de Delia Maria López, Ardid apela ao centenário como um recurso para realocar à Associação de Pintores e Escultores como a contribuição mais relevante da geração da mudança de século XIX ao XX.

Com a mostra levanta-se o véu sobre as vanguardas e a arte moderna e estabelece seus antecedentes neste movimento.

A Associação de Pintores e Escultores, dinamizou o movimento artístico da época ao mobilizar aos agentes implicados na produção e distribuição da criação artística, que incluiu o colecionismo.

Na seleção, destacam títulos premiados nos Salões de Belas Artes, de criadores estabelecidos como Leopoldo Romañanch e Esteban Valderrama, bem como peças primigênias de Amelia Peláez, Víctor Manuel e Carlos Enríquez, que integraram depois as vanguardas do século XX.

Inaugurada em 8 de julho, Ardid para enganar ao tempo estará aberta ao público até o dia 12 de setembro próximo.

Prensa Latina

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Publicado em 25/07/2016, em Cuba, Cultura. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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