Juno se prepara para se juntar a Júpiter

Hoje, 4 de julho, dia em que a sonda Juno da NASA deve entrar na órbita de Júpiter, a Sputnik decidiu revelar alguns fatos interessantes sobre o maior planeta do nosso sistema solar.

No dia 4 de julho, a missão da NASA Juno está planejada para entrar em órbita em torno de Júpiter, o que deve lançar mais luz sobre a origem do gigante gasoso. A Sputnik dá uma olhada em alguns fatos interessantes sobre este misterioso corpo celeste.

A missão, que custa 1,13 bilhões de dólares, foi lançada no dia 5 de agosto de 2011 para explorar campos gravitacionais e magnéticos de Júpiter, bem como para revelar de que é feito este planeta e se existe água lá.

Júpiter é 300 vezes mais maciço que a Terra e está cinco vezes mais longe do Sol que o nosso planeta.

Júpiter é o quarto objeto mais brilhante do sistema solar, depois da Lua, do Sol e de Vênus; o gigante gasoso é um dos cinco planetas visíveis a olho nu a partir da Terra.

Júpiter é conhecido por ter o dia mais curto de todos os planetas e ele orbita o Sol uma vez por cada 11,8 anos terrestres.

Em comparação com outros corpos celestes, as cinturas de radiação espacial de Júpiter são especialmente intensas, com partículas tão energéticas que elas saltam para cima e para baixo nas cinturas quase à velocidade da luz.

Ainda no século 7 ou 8 A.C., os antigos babilônios foram os primeiros a registrar suas observações de Júpiter, que eles chamaram de Marduk, um deus da Mesopotâmia patrono da cidade de Babilônia.

A lua de Júpiter, Europa

Os gregos batizaram o corpo celeste com o nome de Zeus, o deus do trovão. Os romanos chamavam o mesmo deus de Júpiter, assim, o planeta Júpiter recebeu o nome dele. As tribos do norte chamavam este planeta de Donar ou Thor.

Em 1610, Galileu, que foi o primeiro a usar o telescópio na observação de estrelas, descobriu luas de Júpiter: Io, Europa, Ganimedes e Calisto. Hoje em dia, estas são chamadas de luas de Galileu. Suas descobertas ajudaram a apoiar a teoria de Copérnico de que a Terra não era o centro do Universo.

A Grande Mancha Vermelha se acredita ser a característica mais extraordinária de Júpiter; é uma tempestade gigante do tipo de um furacão, que durou mais de 300 anos, e que é três vezes o diâmetro da Terra em sua parte mais larga.

O sistema único de anéis de Júpiter começa a 92.000 quilômetros acima das nuvens de Júpiter e se estende a mais de 225.000 quilômetros do planeta. Eles têm entre 2.000 a 12.500 km de espessura.

Foi um total de oito sondas espaciais que exploraram Júpiter, incluindo as Pioneer 10 e 11, as Voyager 1 e 2, a Galileo, a Cassini, Ulysses e as missões New Horizons. A Pioneer 10 foi a primeira nave espacial a passar por Júpiter em dezembro de 1973.

Europa é a menor das luas de Galileu, está coberto com de gelo de água e tem a superfície mais suave que a de qualquer outro corpo do sistema solar.

Sob o gelo, os cientistas admitem que a lua possa ter uma camada de água com 100 km de espessura; isto implicaria que ela teria 2 a 3 vezes mais água do que o volume total dos oceanos da Terra. No entanto, ela é constantemente bombardeada por radiação letal joviana, desestimulando os exploradores espaciais.

Sputniknews

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Publicado em 04/07/2016, em Ciencia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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